Um Sumário Amplo Do Estatuto De Jesus, Filho De Maria, No Alcorão

Neste artigo apresentamos uma visão curta e concisa do que o Alcorão diz sobre Jesus (Isaa), filho de Maria (Mariam). Estas questões amplas serão abordadas em mais detalhe em outros artigos inshaa’Allah.

Jesus (Yesua, Esau) é um profeta e mensageiro de Allah (al-ilaah, elohim), o único criador e originador e realizador do universo e única divindade digna de adoração. Jesus é al-Masih (o Messias) cuja chegada havia sida prometida para os Judeus que antecipavam o Messias, bem como um outro Profeta que viria depois dele. Jesus nasceu milagrosamente por mei de Maria (Mariam) no entanto ele é um ser humano mortal desprovido de quaisquer características de divindade. Ele não é mais que um mensageiro em um linha de profetas e mensageiros envidados para pregar o puro credo monoteísta que implica e exige que nada é digno de adoração além de Allah. A nenhum homem, ou jinn, ou pedra, ou árvore ou elemento natural deve ser dado qualquer tipo e forma de adoração que incluem suplicação, prostração, curvar-se, solicitar ajuda (socorro), tal como amor, temor, esperança e reverência são apenas a Allah, uma vez que a adoração de qualquer coisa além de Allah é a fundação de todas as religiões falsas e o crime maior que pode ser cometido.

Jesus veio através da palavra de Allah, o Altíssimo, em que Allah apenas diz para uma coisa “Seja!” e ela é. E as notícias de sua chegada vieram através do espírito (ar-Ruh) que é Jibril (Gabriel), que é o maior e o mais eminente de todos os Anjos, responsável pela transmissão de informação e revelação do Seu Senhor. Portanto, Jesus é dito ser uma “palavra” e um “espírito” de Allah, na forma descrita e não sobre o sentido alegado pelos Cristãos. Jesus tem uma posição especial como é mencionado em dois lugares no Alcorão como sendo dos “Mensageiros firmemente determinados e decididos” junto com Nuh, Ibrahim e Musa e Muhammad (que a paz esteja sobre todos eles). Foi a crença em Jesus como o Mensageiro de Allah e a afirmação da sua mensagem, aquela de puro monoteísmo e o cumprimento da lei (Torah) que caracterizaram o Islam (submissão) com que todos os profetas e mensageiros vieram, nomeadamente, singular Allah em adoração e cumprir a lei que foi dada naquela época. Isto foi o que Jesus veio para pregar aos Judeus e ele veio para admoestar e repreendê-los pelo desvio deles da lei de Moisés e por caírem em superstição, feitiçaria, usura e coisas desse tipo. Foram dados milagres a Jesus para provar a sua veracidade e dos seus milagres era curar os doentes e dar vida ao(s) morto(s).

Jesus não foi abandonado por Allah aos Judeus para ser crucificado ou assassinado. Em vez disso, Allah, o Altíssimo, elevou-o até a Ele Próprio e foi feito a parecer a eles que eles o tinham crucificado. As pessoas depois de Jesus inovaram a falsa afirmação que Jesus é Allah, ou o filho de Allah, ou um dos três. E eles distorceram e mudaram a escritura do Evangelho, tirando liberdades dele, acrescentando coisas a ele e eles torceram as palavras dos seus devidos lugares. Estas doutrinas falsas apareceram quando a mensagem de Jesus foi adaptada para ser mais palatável para um público pagão Grego e Romano. Jesus está vivo e ele voltará à terra no tempo apontado perto da chegada da Hora em que ele matará al-Dajjaal (o grande mentiroso), e ele estabelecerá o Islam, e não haverá nenhum do povo do livro (Judeus, Cristão) exceto que eles vão afirmar a sua fé nele e na sua mensagem essencial do Islam.

Fonte: http://www.islamjesus.ws/articles/tqtlf-a-broad-summary-of-the-status-of-jesus-son-of-mary-in-the-quran.cfm

Esta entrada foi publicada em Diálogo Muçulmano - Cristão. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *